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Fonte: Istoé

Mais de 1,1 bilhão de pessoas no mundo são oficialmente “invisíveis”, o que não apenas impede seu acesso a serviços de saúde e educação, mas também os torna vulneráveis a violências e abusos,, um problema que preocupa organismos internacionais.

Entre os não documentados, a maioria dos quais vive na África e na Ásia, mais de um terço são crianças cujos nascimentos não foram registrados, alertou recentemente o Banco Mundial, que executa o programa Identificação para o Desenvolvimento (ID4D).

A situação é particularmente grave em áreas geográficas onde a população enfrenta pobreza, discriminação, epidemias, ou conflitos armados.

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