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Fonte: Veja

Há vários relatos nas redes sociais de usuários que se sentem monitorados pelo Facebook. O roteiro costuma ser parecido: primeiro a pessoa menciona o nome de um produto, serviço ou marca em uma conversa. Em seguida, sua ‘timeline’ é invadida por anúncios sobre aquele tema. O que mais intriga quem se diz vigiado é que os anúncios são oferecidos mesmo que nunca tenham pesquisado sobre o assunto antes.

A teoria de que os gigantes da tecnologia poderiam escutar nossas conversas ficou mais forte a partir de 2014, quando o Facebook lançou um recuso que identifica sons ambientes (como músicas).

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