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Fonte: TechTudo

Um e-mail recheado de documentos pessoais tem assustado brasileiros. As informações utilizadas pelos golpistas são atribuídas a data brokers — instituições que oferecem serviços de análise de crédito. Na mensagem, os criminosos colocam tudo o que descobriram sobre a vítima como nome, CPF, data de nascimento, título de eleitor, endereço, conta bancária, renda e grau de risco, e pedem um valor (em bitcoins) para proteger o internauta do crime de “roubo de identidade”.

Para receber o falso serviço e ter seus dados protegidos, a vítima deve pagar 0,004 BTC — um valor que próximo de R$ 100 em bitcoin. A orientação principal é não pagar, ainda que a massa de informações corretas sobre a vítima seja um fator de convencimento bastante alto.

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