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Fonte: El País

A pegada digital dos usuários da Internet abrange redes sociais, registros financeiros e informações de caráter sensível, como fotos, guardadas em serviços de armazenamento na nuvem. Frequentemente, um endereço de email é o único respaldo de tudo isso. Encontrando a senha ou as perguntas de segurança para a sua recuperação, hackers podem baixar todos os dados da vítima, limpar sua conta bancária e apagar as cópias de segurança.

Personalidades como o presidente da França, Emmanuel Macron, a política norte-americana Sarah Palin e a agência de notícias Associated Press, dos EUA, já sofreram o sequestro de suas contas on-line. Mesmo assim, apesar da crescente preocupação dos usuários com a segurança, as recomendações dos especialistas continuam voltadas para medidas preventivas que as vítimas poderiam adotar, e poucas vezes para a raiz do problema: como se dão as grandes violações da segurança digital, onde os delinquentes compram as listas de senhas roubadas e quais são os métodos preferidos dos hackers.

Partindo dessa premissa, o Google, em colaboração com a Universidade da Califórnia em Berkeley, analisou durante um ano o ecossistema de roubos e de compra e venda de senhas nos mercados negros da Deep Web, identificando 788.000 vítimas potenciais dos keyloggers, programas que capturam o que o usuário tecla ou o que ele vê na tela, enviando esses dados a um servidor externo controlado pelo hacker. Há também 12,4 milhões de vítimas potenciais dos kits de phishing, a prática de enganar o usuário para que ele digite sua senha em sites falsos controlados pelos bandidos, e 1,9 bilhão de senhas expostas por falhas de segurança que são vendidas nos mercados negros.

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