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Fonte: Folha

Enquanto trabalhava nas reportagens sobre termos e condições de serviços de internet publicadas Folhaneste domingo (24), resolvi pedir ao Google que me enviasse os dados que tem armazenado sobre mim. Qualquer um pode fazer o mesmo em uma ferramenta que a empresa disponibiliza.

No passado, eu já havia feito algo semelhante em outras plataformas, como Facebook e Twitter. O resultado foi impressionante. A diferença para esta vez é que sou usuário do Google há muito mais tempo do que de qualquer uma dessas redes sociais.

Ao fazer a requisição, me perguntaram se eu preferiria dividir os dados em partes de 1, 2, 4, 10 ou 50 gigabytes. Aí já comecei a suspeitar da avalanche que viria.

E ela veio.

Leia o artigo completo, escrito por Raphael Hernandes, clicando aqui.

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