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Fonte: O Tempo

Imagine ter a mãe internada em um Centro de Terapia Intensiva (CTI), com um aneurisma cerebral, e receber uma ligação dizendo que, durante a cirurgia, ela contraiu uma superbactéria. A única chance de salvá-la é dar um medicamento que custa R$ 1.500. Qualquer família entraria em pânico com a notícia e não pensaria duas vezes antes de depositar o dinheiro, ainda mais se quem telefonou informasse detalhes sobre o paciente, incluindo dados pessoais e sigilosos. Mas o inacreditável é que tudo dito ao telefone não passa de um golpe, que teve alta incidência em 2017 em hospitais públicos e privados de Belo Horizonte.

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