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Fonte: Carta Capital

Por Marina Pita.

Depois do que relatou o denunciante que trabalhava para a Cambridge Analytica, é fundamental assumirmos que a manipulação de informações e a produção de notícias falsas, sobretudo em processos decisórios, se alimenta essencialmente de falhas na proteção de dados dos cidadãos.

O Facebook, em seu esforço de frisar que não houve vazamento de dados ou prática ilegal, acabou confirmando, em posicionamento divulgado pela empresa, que a coleta de dados de 50 milhões de pessoas por um pesquisador, via teste de personalidade, foi feita “de forma legítima e pelos canais que governavam todos os desenvolvedores à época”.

Ou seja, apesar da repercussão global do tema, é fundamental que todos entendam: este não foi um caso isolado de coleta e uso massivo de nossos dados. Foi apenas mais um, em que, de forma nada transparente, um aplicativo coletou dados pessoais, inclusive de amigos daqueles que se submeteram ao tal teste, sem que esses soubessem, escalando rapidamente o volume de informações sobre a base de cidadãos.

Leia a matéria completa clicando aqui.

 

 

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