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Fonte: CIO

Quando se fala em fusão e aquisição, a primeira regra lembrada é de usar a “cartilha de processos” de M&A para reduzir tempo e custos de integração das empresas

Segundo a consultoria KPMG, o Brasil teve número recorde de fusões e aquisições (ou M&A – Merger & Acquisitions) de empresas em 2017. Foram 830 operações contabilizadas, o que representa 12% de crescimento em relação a 2016 (740 operações). E quando se fala em fusão e aquisição, a primeira regra lembrada é de usar a “cartilha de processos” de M&A para reduzir tempo e custos de integração das empresas, bem como para garantir a segurança da informação dessas empresas.

Pois é a segurança da informação que se caracteriza rotineiramente como um dos principais desafios em uma operação de M&A, o que aumenta a responsabilidade de lidar com dados corporativos nas três fases que a envolvem: Due Diligence, Integração e Realização de valor.

A seguir, explicaremos os pontos de segurança envolvidos em cada fase e apontaremos as dicas de melhores práticas para proteção dos dados.

1) Due Diligence: É a fase na qual os tomadores de decisão avaliam os prós e os contras de avançar com a aquisição, levando em consideração algumas questões de segurança como “Existe o perigo de uma violação de dados interromper a fusão e aquisição?” ou “A empresa a ser adquirida fornece todas as informações de segurança ou pode ocultar alguns detalhes importantes?”.

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