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Fonte: IDGNOW

Quando os relacionamentos começam, as vidas digitais individuais tornam-se um pouco confusas e os limites online podem ser comprometidos – ameaçando a privacidade pessoal. Segundo a pesquisa global realizada pela Kaspersky Lab e a Toluna, apesar da esmagadora maioria das pessoas afirmar que consideram seus relacionamentos mais importantes que sua privacidade, parcerias infelizes podem alimentar receios em relação à privacidade, e a falta de respeito aos limites muitas vezes leva a discussões.

Com grande parte de nossas vidas diárias ligadas ao mundo online e a dispositivos digitais, o papel da privacidade e da transparência nos relacionamentos está mudando. A pesquisa mostrou que, no Brasil, três a cada dez pessoas (78%) acreditam que os casais devem ter seu espaço privado, tanto online quanto offline, e 66% valorizam seus relacionamentos mais do que sua privacidade. Metade dos parceiros (54%) compartilha com o outro os códigos de acesso e as senhas de seus dispositivos, e um quarto (25%) das pessoas têm sua impressão digital cadastrada no dispositivo do parceiro.

No entanto, quando compartilhamos abertamente o acesso a nossa vida digital, nossos rastros digitais ficam expostos e todos os segredos, sejam eles bons ou ruins, são revelados. Quase metade (49%) dos usuários da Internet pesquisados no Brasil admite espionar seus parceiros online para ver o que eles estão fazendo, e esse número aumenta para 54%, quando analisado os dados da América Latina, entre aqueles que descrevem seus relacionamentos como instáveis ou que não têm certeza sobre seu futuro. Cerca de 29% dos brasileiros que consideram ter uma relação infeliz, alegam que seu parceiro coloca sua privacidade em risco; já para os brasileiros que consideram ter uma relação satisfatória, apenas 15% concordam com essa afirmação.

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