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Fonte: Tecnologia UOL

Durante reconhecimento facial, pontos do rosto são esquadrinhados para criar um cadastro biométrico facial. “Posso tirar uma foto sua?” Quantas vezes você já não ouviu isso ao parcelar uma compra, alugar um carro ou abrir uma conta em banco? Quando fazem isso, as empresas não querem um registro dos seus lindos olhos, mas ter a garantia de que você não é um golpista. Para evitar fraudes, bancos e varejistas aderiram à checagem de identidade via reconhecimento facial e pagam até R$ 4,70 por consulta aos dados do rosto de brasileiros.

Para isso, essas empresas cruzam as informações dessas fotos (ou de selfies nos casos de bancos digitais) com as de grandes bancos de dados faciais privados – um segmento que começa a crescer no Brasil. Entre as empresas que fazem esse tipo de checagem estão a Acesso Digital, a CredDefense e a Certibio. E a lista de clientes é ainda maior: lojas de departamento e de eletroeletrônicos (de Marisa a Ponto Frio e Casas Bahia) instituições bancárias (CBSS e Agiplan); fintechs (Neon, Digio e Nuban) certificadoras digitais (Certising) e planos de saúde (Unimed).

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