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Fonte: Money Report

Em entrevista a MONEY REPORT, o especialista em direito digital Rony Vainzof explica que escândalos de vazamentos de dados pessoais como o da Cambridge Analytica e Facebook mostram a necessidade de uma lei mais rígida sobre o tema. Ele se refere à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, sancionada no Brasil em agosto deste ano e que entrará em vigor em fevereiro de 2020. Para Vainzof, que também é vice-presidente da Associação Brasileira de Proteção de Dados (ABPDados), a Lei está no rumo certo, mas não é suficiente. Nesta segunda-feira (26) e amanhã (27), São Paulo sediará o Congresso Internacional de Proteção de Dados, evento onde será discutido o assunto.  A seguir, os principais trechos da entrevista.

O Brasil está adequado às normas internacionais de proteção de dados?
O Brasil deu um passo enorme em relação a isso. Em agosto deste ano, sob forte influência do escândalo Cambridge Analytica e Facebook (vazamento de dados de 87 milhões de usuários para fins eleitorais nos EUA), foi sancionada a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais que, quando entrar em vigor, em fevereiro de 2020, estabelecerá uma série de regras benéficas ao país. Essa Lei deve melhorar também o ambiente de negócios. Digo isso pois os investidores estrangeiros se sentem mais seguros ao saber que o Brasil tem uma lei de proteção de dados. A União Europeia já está mais avançada nesse sentido. Aos poucos, estamos indo no rumo certo.

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