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Fonte: G1

Polícia investigou quase 700 GB de dados a partir do mapeamento de aparelhos que estavam ativos na região do crime.

Desde o sinal emitido pelos aparelhos até o histórico de buscas na internet, a análise de dados de celulares foi decisiva para a polícia chegar aos suspeitos de matar a vereadora Marielle Franco, no Rio de Janeiro. O policial reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz foram presos nesta terça-feira (12), quase 1 ano após o crime.

Quase 700 GB de dados foram analisados remotamente, sem que a polícia precisasse ter acesso aos aparelhos.

O delegado que comandou as investigações, Giniton Lages, destacou que não foi a interceptação de conversas telefônicas que fez a polícia chegar até os suspeitos, mas a “quebra de dados telemáticos”. Ou seja, a investigação de comunicações feitas à distância, inclusive pelo uso de aplicativos de conversa.

Veja abaixo quais foram algumas das técnicas usadas na investigação.

Sinal das antenas de celular
Como a arma e o carro utilizados no crime nunca foram encontrados, a polícia teve que recorrer a sinais de celulares para obter alguma pista.

Todo celular ligado, exceto quando estiver em Modo Avião, emite um sinal para as Estações Rádio Base (ERBs), aquelas antenas que estão espalhadas pelas cidades. Cada uma tem uma identificação única e cobre uma área, que é chamada de célula.

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